Número é de peito. Não é de barriga nem de perna!
setembro 1 | Escrito por Fábio | bLOG do f@bioJá me deparei com vários corredores com os números de peito na barriga e na perna, parece que cada vez mais a moda vem pegando.
Pode parecer uma bobagem, mas essa prática pode gerar um problemão nos resultados.
Antes de continuar vamos falar dos atuais sistemas de apuração eletrônica. A cronometragem eletrônica ou simplesmente chip não passa de uma “gambiarra” adaptada para corridas por esse motivo também são passíveis de erro. Todo atleta de corrida endeusa o chip como sendo a oitava maravilha do mundo mas nem imaginam a insegurança que o sistema proporciona. Basta observar que em toda linha de chegada sempre tem alguém com uma prancheta na mão anotando. Este é um padrão adotado pelas empresas de cronometragem, alguns mais modernos filmam a chegada. O filme ou a prancheta passa a ser o backup em caso de falha.
Esse é o ponto onde eu quero chegar. Em algumas provas os controles de passagem são feitos pela anotação do numeral e se esse não estiver visível pode atrapalhar a anotação ou induzir o anotador ao erro podendo gerar uma desclassificação errônea ou então em caso da cronometragem eletrônica falhar, a única coisa que vai garantir o seu resultado é o numeral, por esse montivo é bom usar o número de peito no peito.


Caro Fábio.
Acredito que o que você queira seja minimizar reclamações sobre tempos.
Padronizar. Concordo com isso.
Mas em Extrema e Atibaia (falo por mim), corri com corta vento e calça.
O número de peito ficou mais fácil de colocar na calça.
Não vi problema nisso. Meus tempos sairam corretamente.
E em Atibaia nem chip tinha. Nem quase luz.
Foi competência de vocês mesmo, passar o tempo correto. Parabéns.
Mas mudarei isso e padronizarei.
Ajudar é o que interessa.
Deixo duas sugestões: números de peito menores.
Como na Adventure Camp Taiaçupeba, que vocês organizaram.
Acho que era um tamanho perfeito.
Outra sugestão: imprimir o número direto na camiseta. Um transfer.
Custos, se é bom ou viável… ai é com vocês. Sempre darei sugestões.
E participaremos cada vez mais das provas. Abraços.
Fabio, André e Amigos(as) Corredores(as),
Isso mesmo. Estou de acordo. Os RFIDs são passíveis de equívocos por causa dos campos magnéticos, mas o número de peito não. DE PEITO.
Boas trilhas e bons treinos!
Pedro